Maranhão: 66 mil demissões são registradas em julho e o estado maranhense chega a 398 mil desempregados, apontam dados do IBGE

Os dados mostram o impacto da covid-19 no mercado de trabalho. 

 

Entre os meses de junho e julho a taxa de desempregados subiu de 14,1% para 16,7%, atingindo 398 mil maranhenses. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD COVID-19), que analisa o impacto da pandemia na economia. Segundo o IBGE, só no mês de julho, mais 66 mil pessoas ficaram sem emprego no estado. Em julho, a Proxy da Taxa de Informalidade (percentual de pessoas ocupadas como trabalhadores informais em relação ao total de pessoas ocupadas) foi de 51,7%. Com isso, o número se manteve estável em relação à taxa apresentada em junho, de 51,0%.

A PNAD COVID19 apontou ainda que a proporção de domicílios do estado que receberam algum auxílio emergencial relacionado à pandemia passou de 66,5% em junho para 65,8% em julho. Com esse número, o Maranhão se manteve em julho em 2º lugar dentre as Unidades da Federação que mais receberam auxílio.

No Brasil, a pandemia do coronavírus fez o número de desempregados aumentar 20,9% entre maio e julho . Além do aumento do desemprego, a pesquisa do IBGE mostrou que:

  • Caiu em 3,5% o número de trabalhadores ocupados na comparação com maio
  • O país perdeu 1,9 milhões de trabalhadores informais em três meses
  • Houve queda de 42,6% no número de trabalhadores afastados devido ao isolamento social
  • 3,2 milhões de trabalhadores afastados ficaram sem remuneração em julho

Por Luciana Ramalho

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